O desaparecimento de Rafaela Assis da Silva completa quase dois meses nesta terça-feira (20), e a pergunta que permanece sem resposta é: onde está Rafaela? Desde a madrugada de 23 de agosto, quando saiu de uma residência no Quilombo de Cruz Alta, no interior de Rio Pardo, no Vale do Rio Pardo, a jovem não foi mais localizada.
O caso, que mobilizou familiares e motivou o registro de um boletim de ocorrência, continua cercado de incertezas. Uma das principais pistas iniciais, que apontava para uma possível passagem de Rafaela pela rodoviária de Rio Pardo, acabou sendo descartada após a análise de imagens de câmeras de segurança.
Mesmo com as buscas e as informações levantadas desde o desaparecimento, Rafaela segue desaparecida, e a família continua à espera de notícias sobre seu paradeiro.
Relembre o desaparecimento
Conforme as informações divulgadas inicialmente pela família, Rafaela estava em uma residência no Quilombo de Cruz Alta na noite de sábado, 22 de agosto, acompanhada de sua prima, Luana Tomaz, e do filho dela.
A mãe de Rafaela havia saído por volta das 18h para passar a noite na casa do avô da família.
Por volta das 20h30, Rafaela informou que iria dormir. Entretanto, durante a madrugada, sua prima percebeu que a jovem não estava mais na cama e que a porta do quarto havia ficado aberta.
Inicialmente, os familiares acreditaram que ela pudesse ter ido até a residência onde sua mãe estava. No entanto, na manhã de domingo, 23 de agosto, perceberam que Rafaela não havia chegado ao local.
A partir daquele momento, a família iniciou as buscas na tentativa de descobrir o que havia acontecido.
Possível pista na rodoviária foi descartada após análise de câmeras
Nos primeiros dias após o desaparecimento, uma informação recebida pela família trouxe a possibilidade de que Rafaela tivesse passado pela rodoviária de Rio Pardo.
Segundo o relato inicial, uma funcionária do terminal teria visto uma jovem acompanhada de um rapaz. Os dois teriam procurado informações sobre passagens para Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
Ainda conforme o relato, a dupla teria retornado posteriormente à rodoviária e embarcado em um ônibus com destino a Santa Cruz do Sul, por volta das 10h45.
A informação passou a ser considerada uma possível pista sobre o paradeiro de Rafaela.
Na manhã de 26 de agosto, policiais estiveram na rodoviária de Rio Pardo para verificar as imagens registradas pelas câmeras de segurança.
Entretanto, após a análise das imagens, foi constatado que a jovem que esteve no terminal rodoviário não era Rafaela Assis da Silva.
Com isso, a possibilidade de que ela tivesse sido vista naquele local foi descartada, e a informação não trouxe respostas sobre o destino da jovem desaparecida.
Quase dois meses sem respostas
Desde o dia 23 de agosto, a ausência de informações concretas sobre o paradeiro de Rafaela mantém o caso em aberto.
O boletim de ocorrência foi registrado pela família na manhã de segunda-feira, 24 de agosto, um dia após o desaparecimento.
Embora a hipótese de sua passagem pela rodoviária tenha sido descartada, não há, nas informações disponíveis para esta atualização, confirmação de onde Rafaela esteve após deixar a residência no interior do município.
Também não foram apresentados novos elementos que permitam esclarecer as circunstâncias de seu desaparecimento.
O caso chama a atenção pelo tempo transcorrido sem que a família tenha conseguido localizar a jovem.
Família continua buscando informações
Passados quase dois meses, a família segue na esperança de encontrar Rafaela e esclarecer o que aconteceu naquela madrugada.
Qualquer informação que possa contribuir para sua localização pode ser importante, mesmo que pareça pequena.
Familiares disponibilizaram o telefone (51) 9575-0189, contato da tia de Rafaela, para receber informações que possam ajudar nas buscas.
O Plantão de Notícias Rio Pardo reforça o pedido de colaboração da comunidade. Quem tiver informações concretas sobre o paradeiro de Rafaela deve procurar os familiares ou as autoridades policiais.
Enquanto não surgem novas respostas, permanece a pergunta que acompanha o caso desde agosto:
Onde está Rafaela Assis da Silva?









